Morre aos 84 anos o radialista e cantor, Barros de Alencar

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Faleceu o cantor, compositor e radialista Barros de Alencar, aos 84 anos. Ele participava do Kaká Siqueira na época da Rádio Record AM de São Paulo.

Segundo informações do Facebook do próprio Kaká Siqueira, que está atualmente na Super Rádio da capital paulista, o sepultamento será hoje, dia 05, as 13 horas e 30 horas no Cemitério Jardim Primavera em Guarulhos.

Biografia 

Nascido no interior da Paraíba, começou em sua carreira como radialista, quando trabalhou em Campina Grande, na Rádio Borborema. Na busca de novos horizontes, viajou pelas capitais brasileiras, dentre elas Recife, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo.

Em 1960, na capital paulista, conseguiu um lugar ao sol, pois passou a fazer parte das rádios Tupi, Record e América, tocando principalmente os sucessos da Jovem Guarda.

Em 1966, lançou seu primeiro compacto simples pela gravadora Chantecler (C-33-6209) com as músicas Agora sim, versão de Adesso sì, de Sergio Endrigo e Não vá embora, versão de Tu me plais et je t’aime, de autoria J. L. Chauby e Bob Du Pac.

Em 1968, lançou o compacto simples com a música Não me peça um beijo, de autoria de Antonio e Mario Marcos. Em 1971, lançou um compacto simples com as músicas Não posso mais viver sem ti e Ana Cristina, ambas de sua autoria.

Em 1972, fez sucesso com a balada Meu amor (Monia), de D. Finado, Jager e Vidalin, com versão de Sebastião Ferreira da Silva, incluída no LP “Os grandes sucessos da RCA Candem”, que contou com a presença de nomes como Martinho da Vila, Nelson Gonçalves, Carmen Silva. No mesmo ano, outra gravação sua Não me peça um beijo (Porque vou chorar) foi incluída no LP “Os grandes sucessos volume 2” da mesma gravadora.

Em 1980, apresentou na Rádio Tupi de São Paulo o programa “Só Sucessos”. Também apresentou na TV Record o “Programa Barros de Alencar” de 1982 a 1986, no qual ficou famoso com o bordão: “Alô, mulheres, segurem-se nas cadeiras. Alô marmanjos, não façam besteiras!”. 

Apresentou nas madrugadas da CNT do Rio de Janeiro, o programa “CD na TV”.

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